AI Security WikiEvidence before assurance.

AI Security Wiki

Uma wiki e um MCP para ajudar agentes e pessoas a entender um sistema de IA, investigar seus riscos e propor correções com evidência.

Criei este projeto para aprofundar meu aprendizado em segurança de IA e compartilhar uma referência prática de proteção em escala. A base é o Databricks AI Security Framework. O trabalho de organizar, testar e explicar esse conhecimento é uma contribuição independente de Matheus Borges, sem vínculo oficial com o Databricks.

Explorar o site · Abrir a wiki · Instalar o MCP · Conhecer os limites

Por onde começar

Os guias estão em inglês. Você pode pedir ao agente uma explicação em português, preservando os IDs, fontes e limites da evidência.

Como funciona

  1. Identificar o sistema. O agente pergunta sobre modelos, treinamento, RAG, provedores externos, memória e ferramentas. Um mesmo sistema pode combinar várias categorias.
  2. Selecionar riscos e controles. O MCP usa os filtros da planilha oficial e mostra a origem de cada relação. Também destaca lacunas e casos que exigem revisão da arquitetura.
  3. Investigar. O agente solicita configurações, permissões e rastros relevantes. Sem evidência, o resultado permanece não verificado.
  4. Propor correções. Cada proposta aponta controles, responsáveis, critérios de teste e necessidade de reversão.
  5. Verificar e explicar. O agente testa apenas dentro do escopo autorizado e explica o mecanismo, o impacto observado e o risco que permanece.

Exemplo: um assistente consulta documentos internos e pode abrir chamados por uma ferramenta MCP. Um documento contém uma instrução maliciosa para enviar dados a outro destino. O risco deve ser investigado na fronteira entre conteúdo recuperado, decisão do modelo e permissão da ferramenta. Uma correção possível é restringir destinos e operações no serviço que executa a ação. O teste precisa mostrar tanto o bloqueio da ação indevida quanto a continuidade do uso legítimo.

Isso não significa que essa falha existe no seu sistema. É um exemplo sintético do tipo de pergunta que a auditoria deve responder.

O que a versão inclui

Snapshot de 22/10/2026: 97 riscos, 73 controles, 804 relações e sete modelos de implantação. O conteúdo reutilizável está em inglês; o prompt e a ferramenta de explicação orientam o agente a responder em português quando solicitado. Os trechos originais da fonte conservam seu idioma.

Para instalar, siga os comandos do README principal. O MCP roda localmente, sem chave de modelo e sem conta Databricks. Ele fornece conhecimento e planos; a inspeção do seu sistema depende das ferramentas e permissões do agente que o utiliza.

A biblioteca complementar foi consultada em 23/10/2026, com revisões fixadas e origem explícita. Busque PentAGI ou Cloudflare com search_knowledge, usando kind: "reference", e leia o resultado com get_reference. Os seis novos guias aparecem também na busca do site. O catálogo DASF permanece separado; nenhuma instalação, execução de pentest ou auditoria de alvo foi realizada para essa adição.

Um cuidado concreto com a fonte

A planilha tem células vazias, relações não recíprocas e marcações discutíveis. Por exemplo, a linha 9.1 de prompt injection está marcada como “No” para RAG. O projeto preserva esse dado e recomenda revisar o risco na arquitetura, sem fingir que a fonte disse outra coisa. Veja o registro.

Estudar métodos públicos de segurança

O estudo dos repositórios de Jason Haddix separa métodos, ferramentas, relatos e forks. A skill map-attack-surface transforma evidências em um mapa e perguntas de investigação. Ela complementa o DASF e não executa reconhecimento. Veja os limites da validação.

A ask-cyber-specialist funciona como um especialista de bolso: explica mecanismos, questiona hipóteses e ajuda a escolher estudos com uma entrevista curta. Veja os posts e mídias do Jason, o guia de avaliação com spikee e os resultados observados. O perfil se inspira em métodos públicos e não se apresenta como Jason.