AI Security Wiki
Uma wiki e um MCP para ajudar agentes e pessoas a entender um sistema de IA, investigar seus riscos e propor correções com evidência.
Criei este projeto para aprofundar meu aprendizado em segurança de IA e compartilhar uma referência prática de proteção em escala. A base é o Databricks AI Security Framework. O trabalho de organizar, testar e explicar esse conhecimento é uma contribuição independente de Matheus Borges, sem vínculo oficial com o Databricks.
Explorar o site · Abrir a wiki · Instalar o MCP · Conhecer os limites
Por onde começar
- Checklist de segurança de agentes: arquitetura, permissões e evidências.
- Segurança de MCP: clientes, servidores, ferramentas e credenciais.
- Investigar prompt injection: do conteúdo não confiável ao efeito no sistema.
- PentAGI, Cloudflare e Red Blue Field: fontes para investigar por hipóteses, registrar cobertura e verificar achados.
- Roteiro de investigação com evidências: exemplo sintético, correção proposta e critérios de reteste.
- Usar com Claude, Codex, ChatGPT e outros agentes: leitura pela web e instalação local são caminhos diferentes.
Os guias estão em inglês. Você pode pedir ao agente uma explicação em português, preservando os IDs, fontes e limites da evidência.
Como funciona
- Identificar o sistema. O agente pergunta sobre modelos, treinamento, RAG, provedores externos, memória e ferramentas. Um mesmo sistema pode combinar várias categorias.
- Selecionar riscos e controles. O MCP usa os filtros da planilha oficial e mostra a origem de cada relação. Também destaca lacunas e casos que exigem revisão da arquitetura.
- Investigar. O agente solicita configurações, permissões e rastros relevantes. Sem evidência, o resultado permanece não verificado.
- Propor correções. Cada proposta aponta controles, responsáveis, critérios de teste e necessidade de reversão.
- Verificar e explicar. O agente testa apenas dentro do escopo autorizado e explica o mecanismo, o impacto observado e o risco que permanece.
Exemplo: um assistente consulta documentos internos e pode abrir chamados por uma ferramenta MCP. Um documento contém uma instrução maliciosa para enviar dados a outro destino. O risco deve ser investigado na fronteira entre conteúdo recuperado, decisão do modelo e permissão da ferramenta. Uma correção possível é restringir destinos e operações no serviço que executa a ação. O teste precisa mostrar tanto o bloqueio da ação indevida quanto a continuidade do uso legítimo.
Isso não significa que essa falha existe no seu sistema. É um exemplo sintético do tipo de pergunta que a auditoria deve responder.
O que a versão inclui
Snapshot de 22/10/2026: 97 riscos, 73 controles, 804 relações e sete modelos de implantação. O conteúdo reutilizável está em inglês; o prompt e a ferramenta de explicação orientam o agente a responder em português quando solicitado. Os trechos originais da fonte conservam seu idioma.
Para instalar, siga os comandos do README principal. O MCP roda localmente, sem chave de modelo e sem conta Databricks. Ele fornece conhecimento e planos; a inspeção do seu sistema depende das ferramentas e permissões do agente que o utiliza.
A biblioteca complementar foi consultada em 23/10/2026, com revisões fixadas e origem explícita. Busque PentAGI ou Cloudflare com search_knowledge, usando kind: "reference", e leia o resultado com get_reference. Os seis novos guias aparecem também na busca do site. O catálogo DASF permanece separado; nenhuma instalação, execução de pentest ou auditoria de alvo foi realizada para essa adição.
Um cuidado concreto com a fonte
A planilha tem células vazias, relações não recíprocas e marcações discutíveis. Por exemplo, a linha 9.1 de prompt injection está marcada como “No” para RAG. O projeto preserva esse dado e recomenda revisar o risco na arquitetura, sem fingir que a fonte disse outra coisa. Veja o registro.
Estudar métodos públicos de segurança
O estudo dos repositórios de Jason Haddix separa métodos, ferramentas, relatos e forks. A skill map-attack-surface transforma evidências em um mapa e perguntas de investigação. Ela complementa o DASF e não executa reconhecimento. Veja os limites da validação.
A ask-cyber-specialist funciona como um especialista de bolso: explica mecanismos, questiona hipóteses e ajuda a escolher estudos com uma entrevista curta. Veja os posts e mídias do Jason, o guia de avaliação com spikee e os resultados observados. O perfil se inspira em métodos públicos e não se apresenta como Jason.